“Geração 85 segue fazendo história com o Manto Sagrado!”

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“Dai a César o que é de César”. Jesus Cristo

A geração 85 do Flamengo é muito boa! Muito!

Geração 85 vitoriosa
Foto: Alexandre Vidal

A torcida do Flamengo tem pessoas de todos os tipos e corneteiros em cada viela. Tem uma galera que ama o Diego (Ribas); Tem uma galera que odeia. Tem até um grupo que possui essa relação de amor e ódio com o Alves. Não eu, o Diego. Goleiro. Café. Somado Filipe Luiz, eles são a famosa geração 85 e, queira a ala da torcida que não os suporta, foram e são importantíssimos nessa nova fase do Flamengo. 

Foto retirada de https://br.pinterest.com/Amanda20y/

Olá, coleguinhas de redação. Demos hoje, créditos a quem de direito. São jogadores vitais nessa reconstrução do Flamengo rumo aos títulos. E, segundo o que Filipe diz sobre se tornar treinador, amanhã ainda serão importantes. Do jeito como o lateral é detalhista, a manutenção da era de vitórias passa pelo futuro trio técnico. Então vamos dar uma olhada em como os jogadores têm sido importantes por aqui?

Começando pelo Ribas (antiguidade é posto) o Flamengo contratou o jogador em 2016 e fez grande campanha no brasileiro daquele ano chegando ao terceiro lugar no brasileiro em time que lutou até o final para o título. No fim, aquele time escolheu a colocação para não ser o vice.

Diego chegou na metade do ano em negociação bastante engajada e deu um toque de classe ao time que possuía Alan Patrick, Mancuello, Canteros e um Lucas Paquetá de 17 para 18 anos que ainda não havia consolidado sua subida. Mais! Vínhamos de jogadores como Almir e Mugni no ano anterior e Carlos Eduardo e Elano em 2014. Só vamos encontrar um bom articulador em 2011 com Ronaldinho Gaúcho. Não é para desdenhar dos outros, mas Diego melhorou absurdamente o setor. 

A coisa mais constrangedora para quem o odeia é aquele passe na final da Libertadores para Gabriel. “Ah, mas foi um chutão”! Isto pode até minimizar o sofrimento de quem o odeia, mas não muda o fato de que saiu dos pés dele a bola que fez Gabriel nos dar o terceiro título mais importante da nossa história. Diego está incrustado nos anais da história e figura ao lado de companhias luxuosíssimas como Leandro, Júnior e Zico. 

Diego Alves chegou em 2017 e tem sido importante desde então. Com muito respeito aos arqueiros anteriores, a segurança voltou à nossa meta com o goleiro. Nem penso mal dos goleiros anteriores como alguns, mas Diego é de um nível muito alto. São 13 penalidades defendidas. São dois brasileiros, uma libertadores, duas supercopas do Brasil, uma Recopa sulamericana… Não vou completar com cariocas.

Como acompanhar campanha de jogador não é muito fácil, pensei em olhar a média do goleiro no Sofascore, um site bem conceituado de estatísticas. O arqueiro tem média 6,93. Para efeitos de comparação, Weverton tem média 7,12 e Neuer 6,91. Quer dizer que o goleiro é melhor que o Neuer? Não sei. Mas a média é baseada em conceitos objetivos. Entendam como quiserem. 

Aliás, a média de Ribas é 6,88. Comparamos com primeiros volantes como Felipe Melo 6,94 e Casemiro, 7,26, embora entenda que o tipo de primeiro volante não é o mesmo. Temos que comparar com o correspondente. Mas, sinceramente, se escalarem Diego de zagueiro ele vai jogar e, provavelmente, vai desempenhar bom papel. 

Encerra a lista da geração 85 o lateral Filipe Luís, que tem os mesmos títulos que Diego Alves pelo Flamengo. O Ribas tem um carioca a mais que os dois, mas estamos pesando apenas nos nacionais e internacionais. Filipe é um grande cérebro que vem de trás do campo. Recentemente, o técnico Eduardo Barroca, em um podcast, falava como esse jogador pode ter uma visão privilegiada do jogo e como destruiu sua tática. É um privilégio ver, não só a geração 85 em campo, mas esse elenco do Flamengo como um todo. Tenho muito interesse em ver como Renato vai desenvolver trabalho neste Flamengo e como será o futuro Flamengo de Filipe, Diego e Diego. Vai pra cima deles, Mengo!

Anderson Alves, O otimista.

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